A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 06/08/2020
A mulher vem ocupando o mercado de trabalho cada vez mais a medida em que os anos vão passando, entretanto, a integração desse grupo foi tardia e enfrenta problemas atualmente, como receber menos salário que os homens.
Em primeira análise, durante séculos as mulheres eram reféns do ambiente doméstico e subalternas ao poder marital. Contudo, a luta por equidade de direitos passa por um momento importante nos anos 60, a década é marcada por movimentos feministas que buscavam também a participação feminina no mercado de trabalho, para se tornarem independentes.
Em segunda análise, mesmo com a inserção da mulher no mercado trabalhista, ainda existem impasses. Segundo um estudo feito pelo IBGE no ano de 2019, as mulheres ganham menos do que os homens em todas as ocupações selecionadas, as trabalhadoras ganham, em média, 20,5% menos que os homens no país. As mulheres além de receberem menos trabalham semanalmente menos, a vida fora do mercado afeta seu desempenho, como o tempo que ocupam com filhos e afazeres domésticos e gravidez.
Portanto, fica evidente que as mulheres recebem menos do que os homens devido a ocupação de tempo com outras circunstâncias. É necessário que o Poder Legislativo elabore leis que tomem impulso por meio de petições nas redes sociais, que façam com que creches e escolas ofereçam horário integral, para assim não afastar as mulheres do mercado de trabalho, com uma disponibilidade carga horária maior de serviço.