A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 05/08/2020
O gênero feminino é tido como inferior ao masculino desde muito tempo por grande parte das pessoas, tanto no âmbito social quanto profissional e a mulher só foi reconhecida e aceita no mercado de trabalho no final do século XX.
De acordo com o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) em 2007 a presença feminina representava 40,8% do mercado. Já em 2016, esse número subiu para 44%. Apesar desse crescimento, uma parte considerável das mulheres tem que passar por dificuldades que a maioria dos homens não encontram, como a conciliação entre o emprego e as atividades domésticas. Mesmo com desafios maiores, muitas delas batalham diariamente para criar e/ou manter o seu espaço nas empresas.
Supondo que a mulher alcance um emprego justo para suas qualificações. Mesmo assim, ela terá que competir com homens por cargos dentro da empresa. Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que as mulheres ganham menos do que os homens em todos as ocupações selecionadas na pesquisa. Mesmo com uma queda na desigualdade salarial entre 2012 e 2018, as mulheres ganham, em média, 20,5% menos que os homens no país. Nós somos alimentados por uma cultura machista enraizada em nossa sociedade desde o início da vida na Terra, e somos iludidos com uma falta democracia, que na verdade não existe. Como disse a nossa Ex-Presidente Dilma Rousseff : “A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um princípio essencial da democracia.”
O Governo Federal juntamente com o Ministério do Trabalho e Emprego devem por meio de um comunicado geral, intimar as empresas de todo o país, a imporem exatamente a mesma remuneração para homens e mulheres (no caso de exercerem a mesma ocupação na empresa) ,com a finalidade de igualar os salários entre os sexos. E além disso devem impor um prazo para isso e a partir dessa data se não houver mudança no teto salarial da empresa, ela será multada por um alto valor.