A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 06/08/2020

Atualmente no Brasil vem sendo discutido a participação da mulher no mercado de trabalho e sua atuação. A presença do sexo feminino no mercado trabalhista é algo muito importante e está crescendo regularmente, porém pode trazer futuros problemas populacionais para a sociedade e economia.

Primeiramente, deve ser analisado a importância da inserção da mulher no ramo de trabalho. Segundo o site IBCCoaching “Em 2007 a presença feminina representava 40,8% do mercado formal. Já em 2016, esse número subiu para 44%”, esse aumento da presença feminina no mercado traz importantes consequências, já que com a maior participação delas no mercado aumentará a renda média familiar, além de diminuir o preconceito relacionados ao gênero. Fatores importantes que quebram o paradigma de inferioridade e fragilidade feminina, sem levar em consideração que é direito de todos e todas a presença no ramo trabalhista.

Porém, em segunda análise, devemos considerar algumas consequências e reflexos que uma maior presença feminina no mercado pode resultar, como o menor número de filhos por família, devido à necessidade de trabalhar e devido às longas e cansativas jornadas trabalhistas, comprovado pelo Portal Mundo Educação “… verifica-se que a porcentagem de casais com filhos diminuiu de 63,7% para 53,3%”. Portanto, esse aspecto pode trazer problemas futuros devido a falta de mão-de-obra para a economia a médio/longo prazo. Assim como um ditado popular muito conhecido diz “O único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”, ou seja, todos merecem e devem procurar o sucesso na vida, então, não diferente, as mulheres devem ter condições e maior possibilidades para trabalhar e atingir suas ambições.

Visando uma maior integração feminina no mercado de trabalho, as grandes empresas devem assegurar um mínimo necessário de vagas trabalhistas femininas por meio de campanhas e seleção, garantindo as mesmas condições de ambos os sexos, para que no futuro parta da igualdade e da livre concorrência. Além disso cabe também ao Governo Federal, no futuro, realizar campanhas incentivando o nascimento de filhos, para que não ocorra os mesmos problemas de falta mão-de-obra como em países envelhecidos e com baixa taxa de natalidade, situação que ocorre em alguns países de Primeiro Mundo. Dessa forma as mulheres conseguirão associar seus direitos de trabalho, sem desvirtuar a importante função de gerar, criar e formar gerações futuras.