A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 06/08/2020

Na contemporaneidade, a mulher brasileira vem ganhando, a cada ano que passa, mais espaço no mercado de trabalho, mas ainda existe um desequilíbrio de salários e de mulheres empregadas em relação aos homens. Elas apresentam uma dificuldade superior do que os homens para conseguir um emprego bem-sucedido, devido ao seu contexto histórico desfavorável.

A princípio, é importante ressaltar as desvantagens salariais que as mulheres sofrem, segundo pesquisas elas ganham menos que os homens exercendo as mesmas funções. Outro fator é a diferença na quantidade de mulheres empregadas em contra partida dos homens que tem mais facilidade de conseguir um emprego. Esses fatores são reflexos da opressão que as mulheres sofrem com os estereótipos machistas enraizados em toda a sociedade.

Em segunda análise, a estrutura familiar criada na antiguidade, em que a mulher era responsável pela gestão da casa e da criação dos filhos não faz mas sentido na atualidade, ficando claro pelas novas estruturas familiares que surgiram no Brasil e no mundo. Nesse sentido, eram consideradas o “sexo frágil” da população, isto é, incapazes de efetuar trabalhos que exigiam a força bruta. Entretanto, as lutas por maiores espaços no mercado pelas mulheres estão ganhando grandes satisfações profissionais e grandes conquistas.

Deste modo, devem ser tomadas medidas para solucionar esse problema. Então, cabe à sociedade, juntamente com programas de apoio feminino, buscar maneiras para compreender a importância da mulher no ambiente de trabalho e acabar com o preconceito da sociedade sobre os paradigmas antigos.  Contudo, é necessário que o Governo crie mais leis que deem suporte às mulheres, como leis trabalhistas que assegurem um salário proporcional e justo à função exercida.