A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 06/08/2020
Vivemos em um mundo discriminatório, este, que por sua vez manteve as mulheres afastadas do mercado de trabalho durante muito tempo. Dessa forma, hoje que temos várias mulheres trabalhando, vemos a grande injustiça que ocorre com elas, sendo essas injustiças tanto morais, quanto corporativa e financeira. Isso se dá pelo grande machismo presente na sociedade ainda nos dias de hoje.
“Enquanto homens ganharam, em média, R$ 2.495, no último trimestre de 2019, as mulheres receberam R$ 1.958, rendimento 22% menor, segundo o Dieese.”, matéria publicada no site www.redebrasilatual.com.br em março de 2020 por Tiago Pereira, mostra e prova uma das maiores injustiças da mulher inserida no mercado de trabalho, o salário. Muito se fala sobre o fato da mulher ter um salário menor do que homens que exercem o mesmo trabalho, isso se da muito pelo assédio sexual e moral sofrido no meio em qual trabalham, o machismo leva a mulher a ganhar menos que os homens.
Além do baixo salário, o assédio moral e sexual também é muito forte nas empresas. Em um caso mais recente, vemos a organização INTZ, que atua com times de e-sports, que foi acusada e processada por assédio moral por ex jogadora de League Of Legends do time. Júlia “Mayumi” Nakamura, alega ter carreira prejudicada pelo fato do time utilizá-la apenas como marketing para o time, por ser uma mulher de traços asiáticos. Este caso mostra o grande assédio moral em cima das mulheres, que muitas vezes são levadas a não desempenhar a verdadeira função delas naquele local.
Para resolução de tais problemas, seriam necessárias várias ações de políticas públicas e das próprias empresas para corrigir a diferença salarial entre mulheres e homens, além do fato da fiscalização rígida em cima dessas empresas, para que não fujam das regras salariais e para que não cometam assédios morais mais em cima das mulheres, dessa forma, diminuindo alguns problemas da mulher no mercado de trabalho.