A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 16/08/2020
Comenta-se, com frequência , os feitos da 1° e 2° Guerras Mundiais, sobre este assunto é válido destacar a inserção da mulher no mercado de trabalho. Nesse contexto, na hodiernidade observa-se impasses para a inclusão feminina em empregos visto que tal inclusão não foi efetivada. Desse modo, problematiza-se o acesso da mulher à qualificação e educação profissional aliada ao machismo enraizado no corpo social.
É importante destacar em primeiro plano que desde os primórdios a educação feminina é restrita uma vez que eram ensinadas apenas para trabalhos domésticos para agradar seu cônjuge. Prova disso é o fato da primeira engenheira diplomada no mundo ser a irlandesa Alice Perry em 1908, sendo o curso criado em 1747. Ademais, em épocas passadas as mulheres só poderiam trabalhar com autorização de seus maridos. Dessarte, é notório a dificuldade da formação feminina uma já que são julgadas como inferiores e desqualificadas.
Outrossim, devido a sociedade patriarcal já estar habituada nos indivíduos, as mulheres suportam assédios no ambiente de trabalho e desigualdade salarial. No entanto, assédio moral é crime segundo a Lei 4742/2001 e o artigo 461 da CLT proíbe distinção de remuneração para os que exercem mesma função. Nesse ideário, observa-se a não eficiência do Estado em garantir o cumprimento da lei deixando as mulheres à mercê de tais problemáticas sociais.
Em síntese, a ação feminina no mercado de trabalho deve ser efetivada. Assim, faz-se necessária uma medida do Ministério do Trabalho em que promova a equiparação salarial e a efetivação da Lei 4742/2001 através de mais fiscalização. Ademais, o Ministério da Educação adjunto aos meios midiáticos devem ampliar a formação profissional feminina promovendo valorização e representatividade nos mais diversos serviços e demonstrar apoio a erradicação do machismo. Dessa forma os direitos das mulheres empregadas estarão garantidos.