A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 26/08/2020

Com a Segunda Guerra Mundial, mulheres foram conclamadas para contribuir com esforços a guerra, em cargos que antes eram ocupados apenas por homens. Nesse contexto, a ação feminina ganha espaço diariamente no mercado de trabalho da sociedade brasileira. No entanto, os desafios enfrentados para essa conquista se expandem com  preconceito de gênero e a desigualdade salarial, no qual ocorre em várias corporações.

Primeiramente, é essencial abordar um assunto que afeta ou já afetou todas as mulheres em empregos, o preconceito de gênero. Visto que, a Declaração dos Direitos Humanos promulgada pela ONU em 1948, garante o direito à igualdade de gênero e bem-estar social. Em contrapartida, a realidade da mulher, em que o sexo feminino mostra-se rebaixada se comparada com o masculino, esses que possuem os melhores cargos.

Ademais, a diferença salarial entre ambos os gêneros, mesmo que realizem ofícios iguais, garante que a discriminação com as mulheres ainda ocorre. Dessa forma, é relevante abordar a fala de Sandra Bullock, segundo ela: “A partir do momento em que começarmos a mudar a percepção que temos da mulher e pararmos de pensar nela como sendo “menos que”, a disparidade salarial vai se resolver sozinha”. Sendo assim, quando toda a população, inclusive as mulheres tratarem-se de forma igualitária, os desafios serão ainda menores.

Portanto, faz-se necessário desenvolver medidas que visem mitigar o assunto em questão. Dessa maneira, deve o Ministério dos Direitos Humanos, em conjunto com a Mídia elaborar campanhas, por meio de verbas governamentais, utilizando os veículos de comunicação, de modo que os espectadores debatam e ampliem seus conhecimentos sobre o tema e as consequências na rotina feminina. Além disso, urge que o governo aplique multas severas a todos que infringirem os direitos humanos. A partir dessas ações, espera-se promover um ambiente de trabalho democrático à toda mulher brasileira.