A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 04/09/2020
Uma das mais evidentes desigualdades existentes na sociedade brasileira é a entre homem e mulher, constituindo as representações sociais sobre a participação da mulher em espaços variados, família, escola, igreja, movimentos sociais, resumindo, na sociedade.
Até a década de 1940, quando a industrialização começou a acontecer no Brasil, as mulheres exerciam somente o papel de administradoras do lar e só seus maridos trabalhavam, apenas as viúvas ou solteiras que precisavam trabalhar para se sustentar.
Nas últimas décadas do século XX isso foi mudando aos poucos devido ao desenvolvimento da indústria , já que precisavam de mais mão de obra, como elas recebiam um salário mais baixo, o setor industrial até priorizava o trabalho feminino.
A partir da década de 1970 elas começaram, de fato, a ocupar outros espaços, isso porque passaram a exercer funções consideradas um pouco mais relevantes pela sociedade, como de costureiras, professoras ou funcionárias do comércio.
Essa mudança tem a ver com o contexto histórico da época, em que vários movimentos passaram a ir às ruas para exigir seus direitos, o movimento feminista teve uma grande participação na conquista de mais direitos para as mulheres.
Apesar dessa inserção das mulheres, até hoje elas não são bem valorizadas em seus trabalhos, muitas ainda tem o problema de salário, recebem menos que os homens, mesmo tendo a mesma função e sendo tão eficientes quanto, fora os crescentes problemas de assédios.
Como consideram que as mulheres não são tão eficientes quanto os homens e engravidam, alguns empregadores usam essas desculpas para dar um salário mais baixo para elas, apesar disso ser proibido por lei.