A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 15/09/2020
Desde a antiguidade, época em que se estava formando uma sociedade mais complexa, vigorava-se o modelo patriarcal, ou seja, o homem era responsável por praticamente todas as funções de liderança, principalmente sobre a família. Porém, isso se prolongou até os dias atuais, gerando uma sociedade machista e conservadora, o que trouxe diversos obstáculos para as minorias, em especial, para o acesso da mulher ao mercador de trabalho. Contudo, isso não pode se perpetuar, pois, além de afetar a saúde dessas pessoas, os Direitos Humanos prega que: “todos os seres humanos nascem livre e iguais em dignidade e em direitos”.
Hodiernamente, é possível ver as diversas conquistas pelas mulheres nas ocupações trabalhistas, como por exemplo: Fátima Bernardes e Maria Julia Coutinho, ambas jornalistas e apresentadoras na Rede Globo. Também na ciência, Katie Bouman, mulher responsável por divulgar a primeira imagem do Buraco Negro, uma das teorias famosas do cientista Stephen Hawking. No entanto isso ainda não foi o suficiente para essa sociedade machista perceber que todos são iguais, independente da orientação sexual, e continuam tratando-as com indiferença e preconceito.
Devido a essas dificuldades, algumas mulheres optaram a trilhar um rumo diferente, investindo no trabalho autônomo, ou seja, trabalhar sem vínculo empregatício, ser dona do seu próprio negócio. Entretanto, isso pode trazer alguns riscos, como exemplo, o acúmulo de dívidas e a falência, o que poderá deixá-las em piores condições econômicas do que antes, além de contribuir futuramente para o aumento da população em estado de miséria.
Portanto, é imprescindível, que o governo, juntamente com o Ministério do Trabalho, através de reuniões com representantes do país, crie uma lei que obrigue a todas as empresas a ofertarem 50% das vagas para mulheres, para que assim haja uma igualdade entre ambos os sexos. Com isso, à longo prazo, contribuirá para a erradicação do preconceito contra essa minoria no mundo.