A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 21/09/2020
Segundo o Artigo 7 da Constituição Federal de 1988, é proibido a diferença de salários por motivo de sexo. Entretanto, quando se trata da realidade da mulher brasileira no mercado de trabalho, é possível notar que diversas empresas descumprem essa cláusula. Dessa forma, em razão da desigualdade de remuneração e da sociedade machista presente no Brasil, surge um problema complexo, que precisa ser revertido.
Primeiramente, é preciso salientar que a diferença salarial é um dos principais prejuízos, já que as mulheres recebem menos mesmo possuindo uma formação semelhante aos homens. Dados do IBGE mostram que as brasileiras ganham, em média, 20,5% menos que pessoas do sexo oposto. Diante disso, verifica-se um ato desrespeitoso e indevido que faz com que essa problemática não seja solucionada.
Ademais, outra causa para a configuração do problema é a sociedade machista. Assim como é retratado no filme francês de 2018 “Eu Não Sou Um Homem Fácil”, os homens possuem o hábito de tratar as mulheres como seres inferiores e dependentes, assim, quando o mundo se transforma em um matriarcado, é possível perceber o quanto o patriarcado injustiça as mulheres. Dessa maneira, trazendo para a realidade atual, é perceptível que é uma situação bastante crítica e necessita de uma mudança.
Fica evidente, portanto, a necessidade de uma renovação de pensamento por parte da sociedade em geral mas, principalmente dos chefes de empresas, por meio de palestras semanais, debates sobre o assunto e maior conscientização, para que seja possível solucionar esse problema. A partir dessas informações, poderá se consolidar um Brasil melhor.