A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 22/09/2020
A origem da conquista da mulher no mercado de trabalho ocorreu na década de 1970, onde de fato elas começaram ocupar outros espaços fora de casa. Entretanto, apesar da participação das mulheres ter aumentado, o preconceito na ocupação de alguns cargos e a diferença de salário em comparação aos homens ainda é um grande desafio na sociedade brasileira atual.
Em primeiro lugar, de acordo com a pesquisa feita pelo IPEA(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), 19% dos cargos de alto escalão são ocupados por trabalhadoras, porém 53% das empresas no país assumem não ter mulheres em cargo de liderança. Consequentemente, observa-se que a opção de profissões para a mulher é menor que a dos homens. Logo, isso leva ao preconceito sobre a capacidade da mulher em certos cargos ou profissões no trabalho.
Em segundo lugar, conforme o Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), o rendimento médio do salário dos homens é de 1831,00 em 41,6 horas e das mulheres corresponde a 1288,00 em 56,7 horas. Dessa forma, nota-se a desigualdade salarial que mantém os níveis de rendimento das mulheres em valores mais baixos.
Em suma, torna-se evidente que apesar da mulher se sobressair no mercado de trabalho, ainda existe preconceitos contra ela. Logo, é necessário que o Ministério do Trabalho, elabore normas em apoio aos direitos da mulher no mercado de trabalho, para que assim diminua o preconceito e a desigualdade. Além disso, o ramo empresarial deve aumentar as oportunidades nos cargos de liderança para as mulheres. Dessa maneira, havera no Brasil uma sociedade mais igualitária e menos patriarcal.