A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 07/10/2020

Tem-se conhecimento que a mulher introduziu-se no mercado de trabalho apenas na segunda metade do século18, com a Revolução Industrial. Nesta perspectiva, com a entrada tardia no mercado de trabalho elas enfrentam grandes impasses, pois o machismo ainda é presente no Brasil. Seja ele na dificuldade de ser contratadas, seja ele na diferença salarial.

Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra em Domicílios Contínua (PNAD), a população brasileira é composta por 51,8% de mulheres. Apesar de ser a maioria elas ocupam apenas 44% do mercado formal, segundo o Ministério do Trabalho. Como se pode ver elas são menos requisitadas no mercado, pelo fato de que muitas empresas falseiam a hipótese de que  mulher engravida, assim irão causar prejuízos financeiros futuros para a firma. Em suma, elas são mais que a metade da população e mesmo assim apresenta menor quantidade no mercado de trabalho em relação aos homens.

Outrossim é a diferença salarial entre os sexos. Desta maneira as mulheres recebem em média 30% a menos que os homens, mesmo desempenhando a mesma função, segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BTD). Por causa de que a misoginia ainda é presente no Brasil. Assim como paradigma de que “lugar de mulher é na cozinha”. Por estas razões muitas empresas dão à elas salários inferiores. Destarte é evidenciado que a mulher ainda tem que lutar por direitos iguais.

Em virtude  dos fatos mencionados, nota-se que a mulher brasileira enfrenta grandes impasses no mercado de trabalho. Desta maneira, as escolas, junto com professores e coordenadores pedagógicos, devem organizar palestras de que a mulher é tão eficaz como o homem, assim merece ser tratada igual, para que assim formem alunos mais éticos. Assim como a mídia televisiva deve fazer propagandas com o tema igualdade salarial nas empresas, para conscientizar a população feminina em busca do mesmo. Para que assim a situação da mulher no mercado de trabalho melhore.