A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 25/10/2020
Com o advento do capitalismo as mulheres tem a possibilidade de entrar no mercado de trabalho. No entanto, como adverte a socióloga Heleieth Saffioti as mulheres são mais exploradas que os homens e vista como mão de obra barata, assim o capitalismo compreende como um cenário para a exploração feminina. Entretanto, no século XXI apesar dos avanços na legislação trabalhista garantindo a igualdade pra mulheres esses direitos não são garantidos na prática. Cabendo as ONGs e ao Ministério do Trabalho acompanhar esses direitos.
A aceleração da industrialização brasileira em 1970, permitiu as mulheres brasileira a sua entrada no mercado de trabalho. No entanto, ocorreu que mesmo com a industrialização, parte dessas mulheres analisada por Saffioti, permaneceram na âmbito familiar, trabalhando como doméstica. Apesar disso, no Brasil, houve avanços parte dessa mulheres migraram para a indústria, mas sua mão de obra ainda é menos paga em comparação com a do homem.
Ademais, a consolidação das Leis do Trabalho determina que haja salários iguais sem distinção de sexo. Em relação a prática dessa lei, há disparidade salarial entra homens e mulheres, no qual homens ganham mais pela sua mão de obra em comparação com as mulheres exercendo o mesmo cargo. Então, cabe que essa lei seja acompanhada, fazendo com que direitos sejam garantidos.
Infere-se, portanto, que as mulheres ainda enfrentam obstáculos, no que tange à sua participação no mercado de trabalho. Desse modo, campanhas midiáticas, elaboradas pelos Ministério do Trabalho - órgão responsável pelo apoio aos trabalhadores - informando sobre os direitos trabalhistas da mulher, fazendo com que haja o incentivo a denúncia de desrespeitos. E ONGs em apoio as mulheres para conscientizar elas sobre seus direitos por meio de palestras e cursos.