A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 26/11/2020
Desde a 1º Revolução Industrial no século XVIII, às mulheres já sofriam nas novas fábricas com péssimas condições de trabalho e um salário incrivelmente baixo em relação aos homens. Entretanto, mesmo que tenham se passado vários séculos, o sexo feminino ainda se encontra fortemente desvalorizado pelo mercado de trabalho brasileiro. Logo, este fato pode ser atribuído a uma negligência governamental somada a persistência da cultura machista.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que a falta de atitudes do governo refletem negativamente nas mulheres. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, porém, isso não ocorre com efetividade no Brasil. Visto que, a falta de atuação da presidência, acaba fortificando as grandes empresas que sentem livres o suficiente para tratar como moças sem devida igualdade. Dessa maneira, como tratando com bastante inferioridade comparadas ao sexo oposto. Nesse viés, as mulheres são subjugadas a ocupar cargos inferiores ao seu real potencial.
Em segundo plano, os comportamentos ancestrais machistas contribuem até hoje para as péssimas condições da mulher no mercado de trabalho. Sendo assim, mesmo com os avanços no feminismo, às concepções patriarcais herdadas do passado ainda se tornam um grande empecilho vivenciados pelas mulheres, no qual em alguns casos são impedidas de assumir devidos cargos em grandes indústrias. Ademias, são taxadas de incapazes e recebem menos que um homem receberia. Segundo informações de uma manchete da revista “Veja”, que relaciona o salário de dois atletas da seleção brasileira de futebol, Neymar e Martha. Sendo o jogador 269 vezes maior que o da outra atleta que desempenha a mesma função. Desse modo, ratificando o preconceito sobre as mulheres no mercado de trabalho e evidenciando a discrepância entre seus salários.
Em síntese, fica cada vez mais evidente as negativas condições das mulheres no mercado de trabalho brasileiro e a necessidade da mudança desse cenário. Portanto, o governo, por meio de seu parlamentares do Poder Legislativo, deve criar uma lei que assegure que empresas, marcas, times e clubes esportivos, garantam a seus funcionários, representantes e atletas, que assumem a mesma função no local de trabalho receba salários iguais, julgando sua competência, profissionalismo e dedicação e não seja valorizado apenas por seu gênero. além disso, a medida seria valida e fiscalizada rigidamente em todo o Brasil. Tudo isso afim de que sociedade desconstrua seus pensamentos opressores sobre as mulheres e assim,