A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 29/10/2020
Divulgada pela ONU em 1948,a declaração dos direitos humanos que garante a todos os indivíduos o direito á igualdade de gênero e ao bem-estar social. Dentro da sociedade brasileira as tem uma baixa oportunidade de se ingressar no mercado de trabalho o que impossibilita que essa parcela desfrute de seus direitos perante a lei .
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nas desigualdades de oportunidades no mercado de trabalho. Segundo o ministério do trabalho, houve um acréscimo de aproximadamente 3,2% do número de mulheres no ramo trabalhista do ano de 2007 até 2016. Diante do exposto, é inadmissível que em um período de quase dez anos apenas uma pequena parcela dessa população tenha se engajado em empregos formais.
Em consequência disso, é importante salientar a herança machista que abrange grande parte da população , e é visto como o impulsionador para essas desigualdades. Diante de tal contexto é de grande urgência que a sociedade se questione e não aceite a negligencia do poder publico diante das grandes diferenças salariais entre homens e mulheres nos dias atuais.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o governo federal ponha em prática o direito a igualdade de gênero, estabelecendo multas severas às empresas que excluam ou trate com diferença essa parcela da população. Dessa forma, o Brasil poderia superar a desproporção dessa conjuntura.