A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 31/10/2020

Durante a civilização na Idade Média ás mulheres eram sustentadas pelos maridos e se dedicavam a cuidar da casa e dos filhos, o que impossibilitava a entrada delas no mercado de trabalho, embora seja prévio, esse cenário ainda se repete atualmente. Ou seja, a desigualdade de gênero e as raízes  onde a mulher era submissa ao homem é um dos fatores para tais  problemas no salário, cargos de liderança e entre outros impasses.

A priori, de acordo com o IBGE( Instituto Brasileiro de Geografia e estatística), apenas 41,8% dos cargos gerenciados são ocupados por mulheres. Análogo a isso, é nítido que a discriminação ainda existe e que as raízes da submissão é encontrada no mercado de trabalho, onde não existe igualdade entre os gêneros e desfavorece a posição da mulher na sociedade, emprego e principalmente os direitos como cidadã. Portanto, é fundamental discutir acerca desses problemas.

Ademais, segundo o filósofo Jean Roussou, a propriedade privada introduz a desigualdade entre às pessoas. Similarmente, a maioria das empresas tem como preferência empregar homens, em casos de exceção, ás mulheres não tem os seus direitos vistos como prioridade, recebendo salários sempre inferiores, apesar de terem conseguido ao longo dos anos trabalho renumerados, porém não as isentou dos afazeres domésticos, sendo assim tem jornada dupla.

Logo, é de dever inestimável discutir os fatos mencionados ao longo do texto. Portanto, cabe ao Ministério Público, responsável por defender o regime democrático e os interesses pessoais, promover  a igualdade  de gênero no mercado de trabalho realizando vagas de emprego de 50%  para ambos e garantindo os direitos de todos, por meio de leis analógicas pautadas exclusivamente para essa finalidade, à vista disso  assegura a justiça da mulher no mercado de trabalho para que elas não fiquem impeças como na Idade Média.