A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 29/01/2021

Atualmente é comum ver mulheres trabalhando e exercendo suas funções no mercado de trabalho. Porém, essa visão não era vista em tempos antes do século XVIII. Com a revolução Industrial a partir da segunda metade do século XVIII, a mão de obra nas indústrias começou a ganhar força, dando espaço para a mulher trabalhar nas fábricas da época. A inserção da figura feminina no mercado de trabalho foi um processo lento e, ainda hoje, há uma grande diferença entre a atuação do homem e da mulher nos empregos.

Historicamente, desde os tempos medievais, a mulher exercia o trabalho de administrar o lar e cuidar dos filhos, enquanto os homens eram considerados provedores da família. Desse modo, as poucas mulheres que realmente trabalhavam, eram viúvas e solteiras. Tal cenário só começou a mudar devido aos avanços industriais, no qual a mulher começou a entrar com maior intensidade no mercado de trabalho na década de 1970, exercendo profissões importantes para o desenvolvimento da sociedade.

Apesar disso, mesmo com muitos avanços na área do trabalho, infelizmente o Brasil ainda tem uma cultura machista profunda e, o rompimento dessa barreira ultrapassa a implementação de uma política de diversidade. Em dias atuais, ainda pode ser visto em certos ofícios diferença salarial quanto ao gênero de cada pessoa, o que causa, muitas vezes, a saída de mulheres de grandes empresas a fim de criarem seu próprio negócio.

Mediante a isso, é importante que o governo incentive a mentalidade não apenas de homens, como a de mulheres para quebrar a diferença entre sexo no mercado de trabalho, por meio da criação de programas mididáticos que estimulem o pensamento de igualdade, a fim de melhorar a posição da figura feminina nos trabalhos. Também é necessário que professores influenciem as crianças a possuírem um conceito de equivalência para que, no futuro, não dividam as atividades de acordo com o gênero de cada pessoa.