A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 27/11/2020

A consolidação das leis do trabalho determina equiparação/isonomia social: “salário igual, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade para todo o trabalho de igual valor prestado ao mesmo empregador”. Apesar de a legislação trabalhista garantir a igualdade entre homens e mulheres, a disparidade salarial e outras formas de discriminação ainda são uma realidade. Pode-se explorar, também, a sub-representação feminina em cargos de chefia.

As mulheres enfrentam muitas dificuldades ainda para conseguir uma vaga de emprego e conquistar o seu espaço no mercado de trabalho, uma dessas dificuldades é por engravidarem e acabar gerando um “prejuízo” para empresa, ou por sempre na maioria das vezes serem elas que acompanham os filhos quando precisam ir ao médico ou na escola e faltar no trabalho, no geral, por cuidarem da casa.

Hoje em dia, as mulheres podem e tem essa capacidade de trabalhar, estudar e ainda cuidar da casa, por vivemos em uma sociedade praticamente machista não aceitam essa realidade, os salários das mulheres são menores que os dos homens também, por causa da desvalorização em relação ao trabalho dessas, não acham que sejam capacitadas o suficiente.

O ministério do trabalho deve fazer ampliações políticas afirmativas como, cotas para mulheres nos conselhos executivos das empresas, para que possam mostrar o seu posicionamento e seu lugar no mercado de trabalho. E com a ajuda das ongs podem incentivar  o protagonismo feminino por meio de programas de empreendorismo e liderança especialmente voltados para mulheres, para cada vez mais conquistarem o seu lugar no meio do mercado.