A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 03/12/2020
Durante a Segunda Guerra Mundial, as mulheres começaram a ocupar de forma gradativa as indústrias, uma vez que substituíam os homens que lutavam nas guerras, mesmo que ainda ocorresse a desvalorização do seu trabalho provenientes do preconceito. Atualmente, a situação se assemelha, devido ao machismo enraizado na sociedade que gera a desvalorização da mulher no meio trabalhista, acarretando na desigualdade salarial no Brasil.
Em primeira análise, é notório que o machismo se torna cada vez mais visível, fazendo com que cada vez mais as mulheres sejam vistas como sexo frágil. Desse modo, de acordo com a Constituição de 1988, é direito de todos o acesso igual ao trabalho com salário justo sem quaisquer discriminação e dever do Governo garantir medidas para a implementação da igualdade. No entanto, percebe-se que a norma assegurada por lei não está sendo exercida e cabe ao governo medidas para amenizar a problemática.
Em segunda análise, a desvalorização da mulher no âmbito do trabalho se torna crescente e é necessário frisar a importância da discussão desse assunto. Nesse sentido, esse fenômeno pode ser comprovado pela fala do físico e matemático Isaac Newton: “para toda ação, existe uma reação”. Tal frase citada retrata a problemática, deixando claro que cada vez mais a desvalorização da mulher nos traz a consequência da desigualdade crescente.
Portanto, medidas são essenciais para resolver os impasses. Logo, sugere-se que o Governo brasileiro, por meio Ministério do Trabalho, promover, em plataformas online, um sistema de denuncia de desigualdade salarial, para que haja fiscalização da igualdade de salário sem quaisquer discriminação. Com isso, constata-se que haverá aumento da igualdade salarial e promoverá a inserção da mulher no mercado de trabalho de forma justa. Somente assim, o Brasil poderá caminhar para mudar o seu destino positivamente.