A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 08/01/2021
O artigo 5º; da Constituição Federal de 1988, defende o direito pleno de qualquer cidadão. No entanto, percebe-se uma lacuna na garantia desse direito na questão da mulher brasileira no mercado de trabalho, o que, além de grave, torna-se um incomodo incostitucional. Diante dessa pespectiva, nota-se a consolidação de um grave problema, em virtude da lenta mudança na mentalidade na mentalidade social e insuficiencia de leis que possa garantir as mulheres e o rompimento da desigualdade encontrada na sociedade.
Em primeiro plano, evidencia-se que a lenta mudança da mentalidade social é responsável pela complexidade do problema. Segundo Durkheim, o fato social é a maneira coletiva de pensar. Com isso, percebe-se que a questão da mulher brasileira no mercado de trabalho não é valorizada por conta de uma forte influencia causada por um pensamento coletivo, onde pessoas crescem inseridas em um contexto social intolerável, e adotam esse comportamento como “normal” não reconhecendo o trabalho feminino por acreditarem que a mulher tem seu lugar nas tarefas domesticas.
Além disso, cabe ressaltar que a insuficiencia de leis contribui para a resolução desse problema. De acordo com a Constituição Federal de 1988 é a lei básica brasileira que busca garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. No entanto, essa legislação não tem sido sufiiente no que se refere a questão da mulher brasileira no mercado de trabalho, uma vez que a mulher ainda sofre preconceito por ser mulher no contexto atual. Assim, a lei sendo enfraquecida, dificulta-se a resolução desse impasse.
Convém, portanto, que, de modo urgente, medidas sejam tomadas para ressaltar a importância da mulher brasileira no mercado de trabalho. Em razão disso, as prefeituras, junto com o Governo Federal, agente máximo da sociedade, devem intervir em medidas que as escolas proporcionem a criação de oficinas educativas a serem desenvolvidas nas semanas culturais dos colégios estaduais, por meio de eventos a serem organizados com atividades práticas, como dinâmicas e jogos, a fim de ensinar, desde pequeno, a romper as desigualdades para que no futuro a mulher não sja mais desvalorizada no mercado de trbalho. Assim, a população brasileira poderá atuar na melhoria do país.