A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 19/06/2021
Antes da Revolução Industrial, o mercado de trabalho era composto apenas por homens. As mulheres tinham somente um papel: dona do lar. Atualmente, esse cenário mudou drasticamente com mulheres inseridas no mercado de trabalho porém, há ainda diversas diferenças como desigualdade salarial e o respeito que não é fornecido da mesma forma para ambos os gêneros.
Segundo a pesquisa realizada pelo IBGE em 2019, a renda média das mulheres foi de R$ 1.985 enquanto a dos homens foi de R$2.555 para a mesma função. Assim, é evidente, mesmo após protestos pelo mundo como em Madri e Barcelona por essa questão, a desigualdade salarial de gênero em pleno século XXI mostrando mais uma vez que as mulheres sempre terão que lutar para garantirem algo básico como igualdade.
Além disso, a falta de respeito no ambiente de trabalho é assustadora. Uma pesquisa feita pelo Instituto Patrícia Galvão revelou que, dentre os participantes, 40% das mulheres já sofreram assédio moral e sexual por seus chefes ou colegas de trabalho, evidenciando uma sociedade machista. Ademais, o excessivo supervisionamento do trabalho ocorre muito mais com mulheres do que com homens.
Portanto, é evidente que há um longo caminho pela frente para garantir a igualdade de gênero no mercado de trabalho. Assim, para acabar com a desigualdade salarial, deve-se igualar o salário das mulheres e dos homens com a ajuda do Poder Legislativo criando uma lei que faça com que todos os donos de empresas aumentem os salários de suas funcionárias. Além disso, para que se tenha o devido respeito no ambiente de trabalho, deve-se, com a ajuda da mídia e do RH, enfatizar as penalidades para aquele que comete tal ato e também, promover segurança para as mulheres não se calarem ou ficarem com medo de denunciar os assédios sofridos.