A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 30/06/2021
Desde o surgimento das primeiras indústrias durante a primeira revolução industrial, período esse que não havia leis trabalhistas e os salários dos operários eram extremamente baixos, as mulheres eram taxadas como inferiores e recebiam um salário ainda menor. Assim, mesmo depois séculos e com a criação de regulamentações, ainda há dois grandes problemas que assolam a trabalhadora brasileira: a desigualdade de gênero do mercado e a grande quantidade de abusos.
Em primeiro plano, é certo afirmar que a mulher brasileira é completamente desvalorizada no mercado de trabalho, aonde mesmo que seja maioria em diversos setores, como na medicina por exemplo, como apontam pesquisas da Demografia Média. Desta forma, mesmo sendo maioria na área, elas são aquelas que menos são empregadas, recebem salários menores comparados aos dos homens, e ocupam cargos menores.
Ademais, a quantidade de abusos sofridos no trabalho é extremamente alta e recorrente, sendo ele abuso físico, sexual ou psicológico. Além disso, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mulheres negras acabam por estar em uma situação ainda pior, obtendo menor espaço e valorização do mercado, a medida que a taxa de abusos sofridos por esse grupo são maioria.
Portanto, visto os fatos citados, o Ministério do Trabalho, juntamente com o Ministério dos Direitos Humanos, deve reforçar a vigilância das empresas, como forma de garantir que todos os direitos do feminino estão sendo garantidos. Desse modo, esse reforço deve ser financiado pelo dinheiro público, e feito a partir da contratação de profissionais da área, que atuarão como vigilantes e farão visitas periódicas, assim alcançando o objetivo de mitigar a desigualdade de gênero no mercado de trabalho.