A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 26/07/2021
É de conhecimento geral que existe muitas diferenças entre o homem e a mulher, como a desigualdade salarial, estabilidade entre as atividades domésticas e o emprego. Segundo o Artigo 7º: " Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direitoa igual proteção da lei", se todos somos iguais não necessitaria ter diferença entre o gênero masculino e feminino.
É preciso pontuar de início, que de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que 54,5% das mulheres com 15 anos ou mais engloba a força de trabalho no país em 2019. Apresentados os dados estatísticos, observa-se que a mulher tem pouca participação no mercado de trabalho, uns dos motivos do número ser baixo é por conta que tem afazeres domésticos e cuidar dos filhos.
Além disso, é preciso destacar a desvalorização da mulher no trabalho, por exemplo a diferença entre o salário feminimo e masculino. Por isso, muitas das mulheres optam abrir o seu próprio negócio. É habitual empresas comandadas por homens manter uma ideia de que a mulher pode ganhar menos. As mulheres que tem o seus próprio negócio tem autonomia e não são limitadas.
Dado o exposto, podemos concluir que para melhor a situação da mulher, tem que ter a valorização da mulher na empresa onde trabalha. O funcionários masculinos respeitar, tratar com igualdade e ter reconhecimento pelo trabalho feito. Geralmente, as mulheres apresentam um nível de escolaridade superior ao dos homens, ou seja, é um ponto positivo que a empresa pode colocar ao seu favor.