A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 16/08/2021
Na minissérie da globo, Elis: viver é melhor que sonhar, retrata a breve história da cantora Elis Regina, que durante sua carreira, sofreu muito somente por ser mulher em uma sociedade altamente machista. Eventualmente, assim como Elis, várias mulheres passam por isso diariamente, sendo assim, é indubitavelmente notório que, a escassa abordagem e apoio da sociedade, juntamente a exclusao da participação das mulheres, ampliam em demasia o problema.
Por conseguinte, é evidente que a falta de igualdade de gênero, favorece e colabora com esse cenário. Embora as mulheres estejam cada vez mais lutando pelos seus direitos e pela igualdade, isso está longe de acabar, pois 33% das mulheres, sofrem diariamente assédio no local de trabalho. Sob esse viés, temos o fato que ocorre em vários casos, de que a vitima sendo uma mulher, está automaticamente sendo desfavorecida e inferiorizada comparada a um homem.
Ademais, é importante frisar que o debate exíguo sobre o assunto impulsiona a discrepância das mulheres no mercado de trabalho no Brasil. Conforme os dados do IBGE, as mulheres ganham 20,5% menos que os homens no nosso país. Diante dos dados expostos é visivel que esse problema gera revolta, quando se está falando somente sobre gênero. Sendo assim, é inaceitável que esse cenário continue sendo permanecido.
Portanto, pode-se inferir que a falta de empatia dificulta ainda mais a resolução do problema no país. Cabe ao governo implantar pesquisas obrigátorias nas empresas, comparando dados e fazendo com que os cargos sejam bem divididos, ligadamente a escola que deve intervir desde cedo com a educaçao, mostrando que, deve-se conquistar por merito e nao pelo gênero. Diante disso, ambos com intuito de buscar a igualitariedade.