A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 13/10/2021
Segundo o Artigo 1º da Declaração dos Direitos Humanos, todos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Entretanto, infelizmente, essa não é uma realidade brasileira para as mulheres no mercado de trabalho, visto que elas têm de enfrentar constantemente dificuldades geradas tanto pelo preconceito da sociedade, como também pela falta de oportunidades igualitárias. Cabe-se, então, alcançar medidas efetivas de combate a essa triste problemática.
Em primeiro lugar, é nítido que o machismo está presente em várias áreas da sociedade, incluindo no mercado de trabalho, pois as mulheres ainda sofrem com as opiniões de que elas devem ser responsáveis apenas pela casa e pelos filhos. Nesse contexto, o livro “O Duque e Eu” mostra como elas são pressionadas desde cedo para se casarem e cuidarem da família, enquanto os homens trabalham. Apesar de ser uma história antiga, isso ainda acontece. Logo, a população feminina enfrenta essa problemática no ambiente laboral, a qual dificulta contratações e salários igualitários.
Ademais, faltam oportunidades igualitárias entre pessoas de sexo opostos. Nesse sentido, desde a Revolução Industrial, as mulheres já eram contratadas com um salário inferior. Diante disso, é notório que não é um problema atual e que deve ser resolvido já que as mulheres são tão capazes de fazer um trabalho bem feito quanto os homens. Logo, elas devem receber as mesmas propostas de trabalho, salário e direitos.
Portanto, o Governo Federal, responsável pelo bem da nação, deve garantir que as mulheres tenham os mesmos direitos e oportunidades que os homens. Isso deve ser feito por meio de mais verbas direcionadas a fiscalização dos ambientes trabalhistas, com o intuito de resolver essa problemática do mercado de trabalho que afeta a população feminina. Além de descontruir a visão errada que as mulheres devem cuidar apenas do lar. Assim, espera-se que a sociedade brasileira esteja de acordo com o Artigo 1º.