A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 26/06/2022
Em meados do século XX, o escritor Stefan Zweig escreveu sua obra, ‘’Brasil, país do futuro’’, que logo tornou-se uma espécie de lema para os brasileiros, No entanto, A desvalorização do trabalho feminino está longe de alcançar tal ideal. Dessa maneira, a mulher brasileira no mercado já venceu muitas barreiras, mas ainda precisa enfrentar várias outras como a persistência da cultura machista no meio social e, também, a desigualdade existente entre os gêneros.
Primordialmente, vale destacar, que a formação da sociedade brasileira foi ao molde do patriarcalismo, no qual as mulheres eram submetidas aos homens. A cerca disso, a filósofa Hannah Arendt, com o conceito “a banalidade do mal”, afirma que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano. Haja vista que os costumes machistas são vistos como algo comum, porém presenta um desfavorecimento para inclusão das mulheres no mercado de trabalho atual.
Concomitantemente, salienta-se os desequilíbrios vigentes nas relações empregatícias entre os gêneros. Nesse sentido, conforme o Artigo 5º da Constituição Federal,todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Todavia, as desproporções do salário entram o grupo masculino e feminino é um impasse que dificulta a igualdade no meio do mercado de trabalho. Assim sendo, é fundamental viabilização para que esse direito seja assegura.
Diante desse exposto, urge que o Ministério da Educação- Todo o sistema educacional brasileiro, desde a educação infantil até profissional e tecnológica- , deve promover nas escolas, palestra e grupos de debatas para os jovens e seus responsáveis, ministrados por sociólogos, para que por meio da educação possa romper os moldes do machismo que ainda persevera no âmbito social. Dessa forma, espera-se um avanço nos diretos da sociedade, podendo, assim, desenvolver um povo mais cidadão.