A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 24/10/2019
No Brasil, o índice de jovens que não estudam e nem trabalham tem aumentado de forma alarmante causando preocupação no governo e na sociedade. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) 23% deles não cumprem essa função. Logo, é viável criar caminhos e meios de políticas públicas em busca de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham, gerando a melhoria nos estudos e a atual economia do país.
Entretanto, é fundamental as buscas de combates, pois de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o número de brasileiros de 18 a 24 anos são de 23,6 milhões de pessoas, que acarreta o nome de geração (jovens nem-nem). Sendo assim, o Brasil é um dos maiores percentuais de jovens nessa situação entre nove países da América Latina e Caribe.
Além disso, falta no Brasil políticas públicas em busca de combate de altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham, por parte do Governo e incentivo de familiares para esse cenário. De acordo com o estudo, são problemas socioemocionais que servem para crianças e adultos aprenderem a colocar em prática as melhores atitudes e habilidades. Assim, conseguem gerenciar emoções, alcançar objetivos, manter relações sociais positivas, tomar decisões de maneira responsável, entre outros.
Portanto, em virtude dos fatos mencionados é de grande importância e dever do Governo, juntamente com a sociedade promover palestras e campanhas de conscientização com o incentivo do estudo e do trabalho atualmente a fim de diminuir este índice gerando tranquilidade e equilíbrio no país.