A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 11/10/2019
O desemprego e a falta de formação educacional é um dos principais fatores que afetam muitos jovens de países em desenvolvimento e gera, portanto, impactos negativos para a economia do país. De forma análoga, torna-se crescente no Brasil o percentual de jovens que não estudam e tampouco trabalham. Nesse sentido, convém analisar as principais causas e consequências da ociosidade juvenil, além da necessidade em se criar políticas de aproveitamento da ocupação dos jovens brasileiros. Inicialmente, percebe-se no país um descaso em relação a educação como um todo. Sendo essa um direito fundamental garantido na Constituição Federal de 1988, é imprescindível que o poder público invista em maneiras de conscientizar os jovens do valor do aprendizado. Essa conscientização despertaria no jovem a busca pelo conhecimento, inclusive o de não se espelhar no anti-herói Macunaíma, personagem do ilustre poeta Mário de Andrade, cuja preguiça o impedia de estudar ou trabalhar. Além disso, a ociosidade dos jovens acarreta adultos despreparados para o mercado de trabalho. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), cerca de um quarto dos jovens brasileiros não trabalham e nem estudam. Sendo assim, torna-se difícil para o Brasil almejar um nível de competitividade maior a nível internacional, já que os jovens encontram-se desestimulados em se qualificarem e promoverem, pois, um maior crescimento econômico do país por meio do aumento no número de trabalhadores. Portanto, a necessidade em se preparar o jovem para o futuro é fundamental. O Governo deve investir em educação por meio da capacitação dos professores, tendo em vista, a formação de jovens mais preparados para o mercado de trabalho. Espera-se, por conseguinte, solucionar alguns problemas sociais relativos tanto a educação quanto ao desemprego.