A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 11/10/2019
Perante as dificuldades de ingressar no mercado de trabalho, milhares de jovens brasileiros após a finalização do ensino médio, não obtém a oportunidade de frequentar uma universidade pública, logo, optam por faculdades privadas. Entretanto, pela falta de empregos, muitos não conseguem pagar pelos altos valores dessas instituições. Portanto, o acesso a educação e primeiro emprego devem ser estimulados, visando reverter essa atual realidade brasileira.
Nessa conjuntura, é importante ressaltar a dificuldade de jovens brasileiros conseguirem vagas, tanto de emprego ou de uma instituição de ensino. Devido a isso, segundo a revista veja, entorno de 6,6 milhões de jovens são classificados como “nem nem”, visto que, não possuem trabalho ou estudam. Dessa forma, questões devem ser levantadas sobre a causa dessa problemática, buscando melhorar as condições dos “nem nem” em todo país.
Por outro lado, o Brasil, com instituições de ensino básico em condições precárias, os alunos desapontados tendem desejar se afastarem de estudos após se formarem no ensino médio, em razão de não terem o prazer de frequentar escolas, ou seja, sem capacitação profissional muitos não conseguem um emprego que desejam, ficando assim, desempregados e desiludicos. Segundo uma pesquisa feita em uma universidade Suiça, 20% de suicídios associados a falta de emprego ocorreram entre 2000 e 2011.
Nesse sentido, cabe ao ministério da educação (MEC), criar novas leis que facilitam o acesso de jovens em faculdades, através de maiores cotas de renda e frequência no ensino social, mas, deve-se levar em consideração melhorias no ensino público, desejando cativar alunos, por meio de, novas estruturas. Todavia, é necessário força de vontade. Segundo Aristóteles, filósofo grego, “A educação tem raízes amargas, mas os frutos são doces”. Visto isso, ocorrerá dificuldades em busca de melhores condições de vida. Porém, poderão colher frutos de seus esforços no futuro.