A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 12/10/2019

Os dados do IBGE na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios(PNAD) mostram que 24,2% das moças que não frequentam a escola estão ocupadas em casa, cuidando de familiares. Dessa forma, além da pobreza, o gênero importa para muitos jovens que não estudam nem trabalham.

Atualmente, a juventude não dispõe de informação suficiente sobre a relação remuneração - nível de escolarização. Por isso, a maioria deles nao têm o 3o grau completo.

Além disso, na mocidade, eles sofrem dos males do século (Asiedade e Depressão), segundo Associação Brasileira de Psicanálise. Eles necessitam de cuidados de saúde mental, diante da dificuldade em arrumar emprego.

Enfim, independente do gênero, cada vez mais jovens padecem de doenças que os adultos já administram. Cabe às empresas incentivarem o Programa Jovens Aprendizes e auxiliar no desenvolvimento socioemocional. Assim, a população juvenil será mais integrada a sociedade e o resultado do PNAD podem ser melhores.