A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 14/10/2019

No Brasil, a população economicamente ativa está alta segundo estudos de geógrafos sobre pesquisas e a piramide etária do país. Essa PEA, é composta em sua maioria por jovens, classificados   pela IBGE, como indivíduos de 18 a 28 anos de idade. Porém, essa situação favorável ao desenvolvi-mento econômico é prejudicada, porque a maioria  desse grupo nem trabalha e nem estuda. Isso acon-tece pela falta de oportunidade e investimentos para crescimento dessa parcela da população.

Dessa forma, a carência de oportunidades desses brasileiros é um grave problema, pois a maioria das empresas querem funcionários qualificados  e com experiência, que não é caso desses indivíduos. Com isso, muitas vagas no mercado ficam em aberto, pois a maioria dos candidatos não tem os pré-re-quisitos para o cargo, aumentando o índice de jovens nem-nem, termo criado para qualificar aqueles do grupo que nem trabalham, nem estudam. Com isso, pode ser aplicado a ideia de Kant, que fala que o “conhecimento inicia na experiencia, mas nem todo deriva dela”. Análogo a isso , as empresas acreditam que bons profissionais são aqueles que são qualificados e com experiência, mas nem todo bom colaborar surgira disso, podendo estar fora desses parâmetros.

Em tempo, muitos desses grupo acabam ficando acomodados e sem perspectiva, não procurnando novas oportunidades ou conhecimento.  Desse modo, muitos cursos técnicos e vagas nas faculdades ficam sem serem preenchidas, por falta de candidatos, mesmo com o grande número de jovens à toa. Esses nem-nens, ficam presos no ciclo de procurar emprego para estudar , pela falta de chances no mercado de , porque muitos não tem conseguem manter os estudos sem ajuda ou renda. Isso rompe, com os direitos descritos no artigo 6º da constituição, que garante trabalho e estudos. Esse fato, remete à ideia do “Cidadão de Papel”, pois esse direito é descrito nas folhas de papel, mas não é cumprido na realidade , como explicado por Gilberto Dimensteim.

Assim, é necessário que o governo crie ou expanda programas que auxiliem os jovens a serem inseridos no mercado de trabalho e em cursos e universidades. Isso deve ser feito, por meio de expan-são de programas que ajudem esses nem-nens a entrarem nesses meios, como por exemplo, a FUMP, Jovem aprendiz e Prouni. Com isso, esses níveis altos serão reduzidos e o problema solucionado.