A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 13/10/2019

Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) divulgou em 2018 , que aproximadamente 25% da população de jovens no Brasil não estudam e nem trabalham. Número este preocupante, fazendo com que órgãos públicos e sociedade assistam essa parcela expressiva de indivíduos, na tentativa de combater esses altos índices.

Com isso, está atrelado outros problemas, como a desigualdade de gênero e socioeconômica, pois grande parte deste percentual de jovens são mulheres de baixa renda. Fato este, explica-se em decorrência da maternidade, onde elas precisam abandonar o mercado de trabalho e os bancos escolares para criar os filhos, explicitando assim a discriminação que persiste na sociedade contemporânea.

Em consequência disto, vê-se também outros indicadores, como busca pelo primeiro emprego e a falta de experiência profissional, a falta de políticas públicas, problemas com habilidades cognitivas e socioemocionais, entre outros. Com a recessão econômica mundial e consequentemente a crescente taxa de desemprego, sempre noticiados pelas mídias de massa fez com que ratificasse o agravamento deste problema.

Portanto, tendo em vista a inserção desta parcela da população, aos estabelecimentos de ensino e ao mercado de trabalho, o Ministério da Educação junto as Secretarias de Educação deveriam lançar um projeto de qualificação juvenil objetivando formar novos profissionais aptos para o mercado. E também o Ministério da Fazenda e Ministério do Trabalho, criassem um plano de incentivo fiscal para empresas que contratassem essa mão de obra jovem, efetivando assim esses jovens na sociedade de forma digna e ativa.