A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 13/10/2019

O atraso profissional do jovem brasileiro

No Brasil os índices de jovens que não estudam e não trabalham estão aumentando em nível preocupante. A maioria dos jovens não concluíram o ensino médio, o que prejudica na hora da contratação,  abrindo brechas para  questão emocional, prejudicando seu desempenho motivacional.

Resultados de estudos feitos pelo IPEA indicam que um quarto da população jovem no Brasil nem estuda nem trabalha. Em quantidade maior estão as mulheres de baixa renda, consequência de gravidez ainda no período escolar, causando um atraso em suas vidas escolares e assim impedindo a contratação  em  empregos no futuro.

Em questão de homens,  muitos decidem abandonar os estudos por desmotivação e interesses em tecnologias que os atrasam, esses adolescentes se apegam ao conforto de lazeres e param de pensar em suas vidas profissionais, prejudicando o seu caminho com o passar dos anos. Há ainda a questão da incerteza e falta de confiança em uma parte dos jovens ´´nem nem´´, que ao pensar em inúmeras profissões e responsabilidades se desesperam e desenvolvem depressão, afetando em grande escala o seu desenvolvimento para o caminho de um profissional.

Uma pequena parcela desses jovens estão com estudo atrasado e buscando trabalho, outros estudam para uma futura profissão com necessidade de ensino superior.

Para combater os índices de jovens ´´nem nem´´ é necessário a intervenção de políticas educacionais por parte do governo geral com a abertura de instituições públicas de profissionalização técnica, disponibilização de benefícios para jovens de baixa renda, palestras motivacionais de profissões e estudo em centros frequentados por jovens, além do incentivo por parte de familiares, o que serve de grande apoio aos jovens incertos de seus futuros e despreparados para os desafios que virão nesta jornada.