A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 13/10/2019

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), assegura a todo cidadão o direito à educação pública, à cidadania e ao bem-estar físico, psíquico e social. No entanto, o cenário visto pela necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam e nem trabalham, no Brasil, impede que isso aconteça na prática, devido às condições relacionadas à pobreza e ao gênero e devido à falta de políticas públicas na educação.

Cabe, a princípio diagnosticar uma das casas contundentes dessa problemática. Para o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que conhecer o contexto que se encontra, a saber quais são as suas origens e as condições de que depende. Nesse sentido, evidencia-se a necessidade de que certos setores da sociedade mudem, a exemplo da  capacitação produtiva do adolescente, haja vista que muitos dedicam-se, exclusivamente, aos estudos, outros apenas trabalham e a minoria trabalha e estuda ao mesmo tempo, por causa das condições de pobreza.

Ademais, convém ressaltar, também, que a educação poderia ser uma ferramenta de caráter positivo para amenizar as consequências negativas desse transtorno. Entretanto, ainda faltam medidas efetivas por parte de autoridades competentes para que essa conduta seja altera. Nessa perspectiva, conforme o pensamento de Neslson Mandela, de que apenas a Educação é capaz de mudar o mundo, encontra-se deturpado no país, à  medida que os investimentos destinados para as escolas são insuficientes.

Diante dos fatos supracitados, portanto, faz-se necessário que o Ministério da Educação crie programas e diretrizes, por meio de propagandas televisivas e matérias esportivas, com o intuito de incentivar os jovens aos estudos e garantir  crescimento econômico a longo prazo. Além disso, o Governo, em parceria com os Estados, deverá financiar projetos educativos relacionados aos índices de jovens que não estudam, por meio de divulgações midiáticas que incluam entrevistas em jornais e debates sociais, para garantir o combate das limitações existentes.