A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 14/10/2019

Segundo Platão “A parte que ignoramos é muito maior que tudo aquilo que sabemos”. Neste enfoque, é válido mencionar essa visão sobre o olhar da sociedade para os jovens “nem nem”, que não estudam e nem trabalham. Dessa forma, as políticas públicas aplicadas às empresas, impõem um alto nível de exigência para inserir o jovem no mercado e não abrange toda a geração, ademais enfatiza a culpa no jovem e contribui com os índices de desempregados e sem estudos.

No contexto relativo às exigências imposta pelas políticas públicas, é fato que há muitos jovens incapacitados, e as empresas impõem uma série de critérios que exclui jovens dessa seleção. Em principal os jovens sem estudo, no qual se revela em alto índice na matéria publicada pelo site Folha de São Paulo, que relata 52 % dos jovens brasileiros correm risco de não se inserir no mercado de trabalho devido ao desinteresse nos estudos.

Ademais, há falta de incentivo e exclusão dos jovens, assim a sociedade coage a culpa sobre a geração, e não atua sobre a resolução do problema, que em principal se encontra nas classes baixas. Segundo o site carta maior 70 % dos jovens que não estudam nem trabalham fazem parte das famílias representadas dentro dos 40 % mais pobres. Assim se conclui que a culpa não é do jovem mas sim da desigualdade social.

Portanto, é necessário que o governo amplie as políticas públicas de jovem aprendiz , e assim abranger mais vagas, mais divulgação nas escolas e retirar exigências que excluem jovens despreparados e de classe pobre a vista disso focar em capacitação, incentivo ao estudo e inserir jovens incapacitados no mercado de trabalho, Desse modo, a geração “nem nem” vai sei se inserir no mercado, e irá diminuir o índice de jovens despreparados.