A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 14/10/2019

Estudar, formar, trabalhar, constituir bens, estabilizar-se. Esse conjunto de palavras em ordem formam um panorama perante a sociedade como um todo. No entanto, a realidade presente na contemporaneidade brasileira mostra que, em casos, a inercia substitui esse paradigma. Isso porque, no presente os percentuais apresentam a existência de uma parcela significa de jovens na população brasileira que não estudam e não trabalham, permanecendo sem perspectiva. Assim, tal realidade causa um alerta ao governo para as consequências que a mesma pode causar a economia do país. Por conseguinte, torna-se visível a necessidade de maior engajamento das políticas públicas a fim de intervir em tal conjuntura.

Em primeiro lugar, cabe abordar as causas para o fenômeno de jovens que não estudam e nem trabalham. Deste modo, fatores sociais e econômicos contribuem para a persistência do fenômeno, pois a falta de perspectiva de um futuro prospero diante de seus esforços fica vaga, quando se deparam com pouco apoio e visibilidade diante do escopo social que abrange o governo. Assim, permanecer na inercia, por hora, parece mais atraente.

Ademais, por consequência, na realidade econômica encaixar esse grupo parece ser uma missão complicada. Visto que, diante da crise que encontrasse o Brasil, a demanda de empregos diminui e aqueles com mais qualificação passam na frente. Contribuindo assim, para o estacionamento desses jovens, que acabam por não estudar, e não trabalhar, mantendo-se destarte, sem qualificações para competir no mercado de trabalho brasileiro .

Portanto, para mudar a realidade dos jovens nem – nem (jovens que nem estudam e nem trabalham), cabe de antemão ao Ministério da Educação criar um projeto que se instale nas comunidades de baixa renda, e apresente aos jovens que ali residem de maneira próxima e sutil, por meio de diálogos realidades diferentes da que eles se encontram, mostrando aos mesmos que a educação e a profissionalização podem mudar o seu futuro. Deste modo, com parcerias públicas privadas, cabe a esse mesmo projeto introduzir estes jovens no mercado de trabalho, isentando impostos das empresas que contribuírem empregando-os. Para que no futuro, perante a esta intervenção, essa juventude possa ser sinônimo de prosperidade para a economia.