A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 17/10/2019

O contraponto da riqueza

De acordo com Steven Pinker em “The better angels of our nature.” a sociedade civilizada tem evoluído exponencialmente e, em um futuro próximo é possível visualizar a extinção da pobreza extrema. Em contraponto, muitos jovens decidem não engajar em atividades produtivas, privando a sociedade de sua capacidade intelectual, gerando também diversos problemas socioeconômicos.

Com base nos dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, foi revelado que em torno de 23% de jovens não trabalham e nem estudam, contrário a 49% que ativamente buscam capacitação. A inatividade destes jovens pode se manifestar como um problema pois, por não estarem inseridos no mercado de trabalho, futuramente serão excluídos da parcela economicamente ativa, levando até mesmo a marginalização.

A  necessidade do engajamento no mercado de trabalho ou no ramo universitário vai muito além de sua função monetária. Apesar da importância de gerar riqueza, também deve ser considerado os efeitos psicológicos e sociais de os jovens não estarem inserido ativamente na sociedade. O fato de um indivíduo não se situar em algum ramo, pode afetar negativamente sua autoestima por não se sentir aceito socialmente.

Em suma, é evidente a necessidade de encaixar de forma efetiva os jovens na sociedade. Cabe então ao Governo Federal por parte do Ministério da Economia e Ministério da Educação que façam campanhas de conscientização juvenil sobre a importância de participar ativamente, com a intenção de que o público alvo se sinta motivado e encontre os caminhos necessários para sua evolução pessoa seja este escolhendo uma área de atuação ou ramo universitário. É esperado que com essa ação, adolescentes e adultos possam encontrar seu espaço na sociedade.