A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 01/11/2019
A pesquisa do IBGE aponta que um em cada cinco jovens, entre 15 e 29 anos, nem estudam nem trabalham. Um dos principais influenciadores desta realidade são os problemas emocionais. No entanto, é importante que todos os cidadãos frequentem as escolas e busquem emprego, como forma de alcançar a redução da pobreza no Brasil.
O portal Politize relata que desentendimentos com os professores ou colegas, baixo desempenho acadêmico, problemas pessoais com a família e/ou amigos e até a depressão podem gerar desinteresse do jovem na escola. E, ao abandonar o colégio, sente dificuldade em conseguir uma vaga no mercado de trabalho pela falta de experiência, baixa qualificação profissional e apresentar grau de instrução incompleto no currículo. Dessa forma, é inevitável que as instituições de ensino sejam aperfeiçoadas e possuam atrativos que despertem o interesse dos estudos até a formatura.
Se todos os jovens “nem nem” contribuírem com o crescimento econômico, trabalhando e concluindo os estudos, é bem provável que diminua a desigualdade social. Assim, nas próximas gerações, toda a sociedade poderá viver uma estabilidade financeira, caso o contrário, o ciclo vicioso de pobreza nas famílias poderá ainda existir no país. Em vista disso, é inadmissível que essa juventude permaneça improdutiva e não encontre facilidade em meio as especificações curriculares das empresas.
Enfim, muitos jovens brasileiros abandonaram a escola e estão desempregados, geralmente, por questões de relações sociais. Portanto, é necessário que o Ministério da educação implemente qualificações profissionais e período integral em todos os colégios sob pena de multa. Dessa forma, os adolescentes apresentarão uma grade curricular mais enriquecida além de ter a oportunidade de ter mais familiaridade com os estudos.