A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 19/10/2019

“Dois em cada dez jovens não estudam e nem trabalham no país” diz IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Condições relacionadas à pobreza, cor e gênero são o que constrói barreiras difíceis de superar levando o jovem a desisti de sua escolaridade, tendo problemas na hora de se empregar, as mulheres tem 1,7 vezes mais chance de ficarem sem estudo e ocupação que homens na faixa de 16 a 29 anos.

Mulheres que prioriza os afazeres domésticos ou tem obrigações familiares com parentes ou filhos, são esses os principais motivos para deixar o sistema educacional e não trabalharem. Cerca de 30% dos jovens que estão procurando trabalho são homens, a falta de oferta em sua localidade, a má capitação e experiências dificulta o egresso na área ocupacional.

A crise econômica no Brasil trás consequente impacto no mercado de trabalho, diminuindo as vagas, exigindo á prática e qualificação do profissional. Esses problemas empata o crescimento do país em curto prazo. A carência de investimento público na área educacional, em treinamento a educação ajudando adolescentes a fazer uma transição bem sucedida de seus estudos para a atividade remunerada, é o que leva a acomodação do individuo rotulado com “nem-nem”.

Visando aliviar esse contexto alarmante, os gestores públicos devem voltar seus olhos para essas crianças em formação, orientando e informando sobre o trabalho, empresas privadas devem abrir mais oportunidades de curso técnicos em horário intermediários, melhorias nos transportes públicos devem ser feitas, as escolas devem entrar com mais palestra afim de reduz a taxa de gravidez precoce e outros ricos relacionados ao abandono escolar entre as mulheres, o apoio familiar também dever ser constante como meio de motivação.