A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 18/10/2019
Negligência. Improdutividade. Descompromisso. Esses são conceitos que caracterizam o problema da necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham na sociedade brasileira , uma vez que a falta de preocupação da problemática pelo Poder Público evidencia-se o negligenciamento na qualidade de vida dos jovens que encontram dificuldades na inserção no mercado de trabalho e o aprendizado do indivíduo. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude do despreparo do Poder Público com a falta de projetos para atenuar o problema e a lenta mudança de mentalidade do cidadão na sociedade.
Em primeira analise, o despreparo governamental mostra-se como um dos desafios a resolução do problema. Segundo Hegel, um dos filósofos mais importantes da história, a razão rege o mundo. No entanto, verifica-se uma atuação da irracionalidade na questão das poucas políticas públicas de ampliar a facilidade no mercado de trabalho e cursos técnico aos jovens, fato que resultaria em maior receita econômica e atenuaria o problema diminuindo os índices de irresponsabilidade, que tem como base uma forte influência da falta de pensamento racional. Assim, sem a presença de uma lógica que permita tomar decisões de bom senso esse problema lamentavelmente tem sua intervenção dificultada na sociedade brasileira
Além disso, a dificuldade de combater á crescente dos indivíduos que nem estudam nem trabalham encontra terra fértil na lenta mudança de mentalidade social. Nesse sentido, Habermanns traz uma contribuição relevante ao defender que a linguagem é uma verdadeira forma de ação. Desse modo, para que um problema como o do desinteresse juvenil e despreparo familiar seja realidade, faz -se necessário debater sobre. No entanto, percebe-se uma lacuna no que se refere a essa questão, que ainda é muito silenciada, uma vez que a falta de articulação governamental com a família dificulta mudar a mentalidade atrasada do indivíduo na sociedade. Assim, trazer á pauta esse tema e debate-lo amplamente aumentaria a chance de atuação nele.
Torna-se claro, portanto, que para os conceitos de Hegel e Habermanns serem realidade na sociedade brasileira é necessário que o Poder Público crie através do Ministério da Educação (MEC), programas de oficinas extra curricular , com auxílio de profissionais para oferecerem qualificação do jovem e estimular a inserção no mercado de trabalho e meio acadêmico para maior engajamento social e evitar a negligência do problema as futuras gerações. Outrossim, é fundamental que as famílias tenham uma postura crítica da qualidade de vida do indivíduo com estimulo a mudança de mentalidade tendo participação no desenvolvimento social a ,fim de corroborar com o futuro do cidadão .