A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 22/10/2019
O termo nem-nem se refere à população, geralmente jovem, que não trabalha como também não estuda. Assim, desde o enorme estigma, até a ausência de ensejo - devido às diferenças socioeconômicas -, a expressiva necessidade de reverter o perdido caminho da juventude escancara a angustiosa falta de oportunidade e, ainda, chancela um alarmante amanhã incerto. Logo, agravando o sentimento de impotência em relação ao futuro.
A inacabável escassez de vagas também deve ser levada em consideração em adição ao desequilíbrio social. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a propensão em ser um “nem-nem” é inversamente proporcional à classe sociocultural, provando a inevitabilidade de políticas desenvolvimentistas.
Ademais, a inatividade econômica dessa parcela populacional intensifica problemas para o país, uma vez que ameaça a produtividade. De acordo com a teoria do estado de bem estar social de geração de riqueza, a melhor maneira de crescimento é o estímulo da eficiência, quer pela capacitação, quer pela redução da desigualdade social.
Infere-se, pois, que, a indispensabilidade de combater a evasão escolar e trabalhista da juventude clama por ajuda. Tornam-se necessários por meio de campanhas televisivas, governamentais e escolares, que entusiasmam cursos profissionalizantes e a conscientização sobre o problema, de modo a reduzir o impacto financeiro com a finalidade de evitar a transmissão multigeracional da pobreza. Logo, dando esperança e um caminho a ser seguido!