A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 23/10/2019

Atualmente, cerca de 23% dos jovens brasileiros não estudam, já que não possuem condições de permanecerem na escola e, consequentemente, não conseguem arrumar um emprego por falta de qualificação. Assim, acabam procurando maneiras alternativas de se manterem, como a criminalidade, por conseguinte, ratificam a necessidade de combater esse alto índice.

Segundo a Constituição de 1988, a educação é um direito de todos, entretando com uma simples análise empírica é percepitível que não passa de uma utopia, prova disso são os dados do INEP, afirmando que aproximadamente 15% dos adolescentes abandonam a escola, visto que as famílias não possuem condições financeiras de assegurá-los uma dedicação exclusiva ao estudo.

Consequentemente, a desqualificação profissional aumenta para eles, simultanemanete, com o desemprego. Conforme a pesquisa do IBGE, na qual a taxa média de desemprego é de 11,8%, mas para jovens com ensino fundamental incompleto é de 20,4%. Por conseguinte, uma parte considerável desses indivíduos acham uma “solução” no crime, por conta disso a maior parte dos presídios é composta por jovens com ensino básico incompleto.

Logo, cabe ao Estado, por meio do Ministério da Educação, juntamente com o Ministério da Família, reduzir o número de jovens que abandonam o ensino básico. Utilizando-se das escolas para identificar quais discentes não estão comparecendo as aulas ou até mesmo quais definitivamente largaram, posteriormente, informando o Ministério da Família, para que destine uma equipe formada por assistentes sociais até eles. Assim, será possível fazer uma análise do que impossibilitou o jovem permanecer na escola, por conseguinte,  a equipe poderá auxiliá-los, à título de exemplo, quando se tratar de falta de dinheiro, deverá ajudar a família com auxílio permanência, semelhante ao que já acontece nas Universidades e Institutos Federais.