A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 24/10/2019
A Constituição da República Federativa de 1998, tem como objetivo garantir o desenvolvimento nacional. No entanto, os altos índices de jovens desempregados e sem formação acadêmica mostra uma falha - ou deveria - na garantia proposta pela Constituição de 1988. Com isso, deve ser feita restaurações nas abordagens aplicadas no meio acadêmico e no mercado de trabalho para combater essa mazela social.
Em primeiro lugar, é notório a falta de vínculo entre os jovens e o meio acadêmico. Nesse sentido, o escritor Paulo Freire em sua obra Pedagogia do Oprimido, defende que as escolas devem ter íntima relação com a realidade de seus alunos, ao invés de permanecer apenas no universo teórico. Porém, a falta de elo entre as instituições de ensino e seus alunos mencionada por Freire, agrava o distanciamento e o desinteresse de estar presente nas salas de aulas. Assim, enquanto o universo teórico for regra, o estímulo intelectual será exceção.
De outra parte, o alto índice de jovens desempregados no Brasil, agrava o desenvolvimento nacional. Ocorre que a Terceira Revolução Industrial trouxe a automação dos processos indústrias antes feitos por trabalhadores e exige uma maior qualificação do indivíduo. Com isso, os jovens que não possuem a especificação necessária exigida pela Terceira Revolução, ficam restritos a subdesempregos e sujeitos a abdicarem dos seus direitos presente na Constituição dos Direitos dos Trabalhadores para obter um salário. Assim, não é razoável que falta de oportunidades de empregos digna dos Direitos dos Trabalhadores permaneça em um pais que almeja torna-se nação desenvolvida.
Para combater essa mazela social é necessário, portanto, que o Ministro da Educação junto com o Meio acadêmico garantam que os jovens permaneçam nas salas de aula, por meio aulas práticas e seminários trazendo todo o universo teórico para situações do cotidiano, com objetivo de incentivar o interesse dos alunos em aprender de modo que os estimulem intelectualmente. Por outro lado, o Poder Executivo devem consolidar, com urgência, projetos gratuitos de especificações acadêmicas, por intermédio de professores qualificados e de espaço para as aulas, visando a qualificação necessária exigida pelo mercado de trabalho, assim, garantir o desenvolvimento nacional prescrito na Costituição de 1998.