A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 24/10/2019

A População Economicamente Ativa (PEA) é um dos pilares nacionais que possibilitam o desenvolvimento e manutenção constantes do país. Contudo, tal índice deve ser bem consolidado evitando-se baixas, por fim, torna-se necessário a constante formação e emprego dos jovens no mercado de trabalho. Todavia, em um cenário de baixas oportunidades, gera-se duas grandes problemáticas: a dificuldade de ingresso do jovem ao mercado de trabalho e a falta de incentivo para qualificação antes e durante a carreira do futuro empregado.

A globalização possibilitou a rápida modernização dos métodos de produção, porém, o Brasil com um sistema de ensino deficitário não acompanhou o desenvolvimento paralelamente a qualificação populacional. Logo, neste desemprego estrutural, o jovem que pretende ingressar ao mercado de trabalho encontra-se impossibilitado devido a falta de experiência, a qual é causada pela baixa oferta de primeiros empregos que requerem uma formação mais simples. Portanto, cria-se um ciclo vicioso que impede e dificulta a participação do jovem no mercado trabalhista.

Por outro lado, trabalhos com baixa exigência qualificatória necessitam da jornada completa do jovem dificultando a conciliação com o estudo. Consoante a isto, o sistema universitário público que apresenta alta competitividade, paralelo a um privado custoso, sentenciam o jovem a estagnação. Pois com baixos salários, não possuem motivação necessária de investi-los em estudo não condizentes com a renda per capta brasileira. Situação que se agrava para jovens que complementam a renda domiciliar.

Em suma, os caminhos para a atenuação das problemáticas são compostos por medidas do Ministério da Economia para flexibilização da jornada de trabalho para adequação ao estudo, com parte do salário complementado pelo Estado como incentivo as empresas. Além da participação do ministério da Educação com a inclusão de vagas para jovens registrados de modo que combinado à medida anterior galgue-se a solução para o fim do jovem ocioso por oportunidades laboriais e de estudo

suma, os caminhos para a atenuação as problemáticas são compostos por Políticas de Estado e medidas do Ministério da Economia que flexibilizarão jornadas de trabalho para adequação ao estudo do jovem, o qual terá parte do salário complementado pelo Estado. Além da inclusão de vagas universitárias para jovens registrados, de modo que combinado com a medida anterior galgue-se a solução para o jovem ocioso por oportunidad

to, o sistema universitário público que apresenta alta competitividade, paralelo a um privado demasiadamente custoso, sentenciam o jovem a estagnação. Pois com baixos salários iniciais, não possuem motivação necessária de investi-los em estudo não condizentes com a renda per capta brasileira. Situação que se agrava para jovens que complementam a renda domiciliar. Em suma, os caminhos para que se atenue as problemáticas são compostos por Políticas de Estado e medidas do Ministério da Economia que flexibilizarão jornadas de trabalho para adequação ao estudo do jovem, o qual terá parte do salário complementado pelo Estado. Além da inclusão de vagas universitárias para jovens registrados, de modo que combinado com a medida anterior galgue-se a solução para o jovem ocioso por