A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 27/10/2019
Em um contexto atual, é impressionante o crescimento dos índices de jovens que nem estudam e nem trabalham no Brasil. A problemática disto se encontra em fatores como: ausência da própria família para com a situação em mostrar a importância de estar na escola desde “cedo” para a criança, e um outro fator que ratifica isto também é a falta de mais mecanismos sociais que possa integrar o jovem adolescente ao mercado de trabalho.
Em uma primeira análise existe uma premissa que diz: “a verdadeira educação começa em casa e na escola se aperfeiçoa”, porém nem toda família segue à risca este conceito, pois percebe-se um aumento da incidência de adolescentes envolvidos em violência, seja com professor, seja com outro colega, em vez de ir à escola para exercitar sua cidadania e almejar um futuro promissor. E isto acontece porque a falta de estrutura se encontra até mesmo na convivência familiar: violência entre os pais, estes com os filhos, que formam subsídios negativos que dá ao adolescente exemplos comportamentais agressivos fora da convivência familiar.
Outro fator que favorece essa incidência de jovens “nenéns” (nem estudam e nem trabalham) é a falta de um mecanismo social que incentive o adolescente a ter perspectiva para dar continuidade a sua vida estudantil. Incentivos estes que possam levá-los a crescer como cidadão, contribuindo também para desenvolvimento econômico e produtivo, ingressando-o como população economicamente ativa do Estado brasileiro.
Destarte, é evidente que os altos índices de de jovens que nem estudam e nem trabalham configura-se um agravo social para o país. Portanto, é preciso que o Ministério da Educação tome providências cabíveis, viabilizando aumentar a capacidade do número de associações sem fins lucrativos geradores de estágios, em parceria com os órgãos privados, informando de forma obrigatória, através de programa educativo nos meios de comunicação de massa. Dessa forma, o jovem conscientizado de que o estudo levaria ao emprego, atenuaria o problema.