A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 29/10/2019

É indubitável que os altos índices de desemprego são um problema global, segundo dados da Folha de São Paulo, na Inglaterra, 39% dos jovens estão desempregados. Nesse sentido, a educação e a forma como ela introduz o jovem no mercado de trabalho, se mostram insuficientes, pois não acompanham os avanços tecnológicos somados aos meios de produção.

Primordialmente, devido às informações somadas aos processos modernos de fabricação, sabe-se que a educação é fundamental para incluir o jovem no mercado de trabalho. Entretanto, é de conhecimento geral que empresas se modernizaram enquanto escolas continuaram estagnadas no tempo. Dessa forma, mediante as dificuldades, foram criados programas que proporcionem aos adolescentes capacitação técnica. Todavia, até mesmo para entrar em Cursos Técnicos o processo é seletivo, gerando dependência dos jovens em relação ao ensino dado nas escolas frequentadas, tendo em vista que precisam de conhecimento para as provas de ingressão ao ensino técnico.

Ademais, apesar das poucas poucas oportunidades de inclusão do adolescente, diversas áreas estão surgindo no mercado por conta das novas tecnologias. Em suma, o jovem encontra-se abalado pela educação rudimentar que não acompanha o elevado nascimento de novas áreas para profissionais atuarem.

É mister que escolas reconheçam suas dificuldades para educar pessoas mediante tantas inovações. Cabe ao Ministério da Educação, em parceria com ações filantrópicas, como o Banco Itaú e seus cursos gratuitos, por meio das escolas, mudarem suas grades curriculares, aplicando o conhecimento de forma efetiva, educando para a inclusão de jovens no mercado. Portanto, tendo como efeito a maior capacitação de jovens, diminuindo os elevados níveis de desemprego no Brasil.