A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 30/10/2019

Desde a antiguidade os servos executava uma função que era o trabalho,mas na contemporaneidade encontra-se a geração “nem-nem”,no qual os jovens são estigmado por não fazerem nada.Dessa forma,a falta de ação pública,como também ausência de apoio da escola.

Em primeiro lugar,tem pouca ação pública.Segundo o IPEA(instituto de pesquisa econômica ativa)relatou que 23% dos jovens estão participando da geração “nem estuda e nem trabalha”,mas isso não quer dizer que eles não procurem melhorias,apenas não têm ajuda,pois alguns problemas são cognitivos ou econômicos,em vista disso o poder público deveria motivar os jovens,já que,grande parte das vezes,não tem em casa.Dessa forma,pouca atuação no mercado de trabalho futuramente poderá agravar a crise na previdência.

Em segundo lugar,a inexistência em professores trazerem melhorias aos alunos.“Conhecimento é poder”,segundo o filosofo Francis Bacon,com incentivo e apoio da ação pública ou profissionais pedagógicos traria melhoria aos jovens com a ascensão econômica e conhecimento,já que o estudo pode mudar a vida,porém não é isso que acontece,por esse motivo,a maioria da geração “nem-nem” são mulheres que acabam engravidado precocemente ou tem a necessidade de cuidar da família em que é um papel imposto pela “sociedade machista”.

Fica claro,portanto,ausência do poder público e das instituições em não auxiliar os alunos.Enfim,o ministério da educação poderia financiar o pronatec,em que ajudaria  a geração “nem-nem”,além de dar oportunidades de trabalhos e estudos para os jovens que não têm,deveria passar pelos canais midiáticos(tv,rádio e internet) para diminuir os estereótipos que a geração vem sofrendo com a população.A mídia deveria passar propagandas com incentivo a estudo para estimular jovens a estudar.