A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 30/10/2019
Em meados do século XXI, a biologia mostrou com a teoria da Evolução de Charles de Darwin, que apenas os seres mais adaptáveis podem sobreviver às vicissitudes da natureza. De maneira análoga, uma nação em busca de desenvolvimento deve superar e se adaptar os desafios da contemporaneidade. Dentre esses, destaca-se no Brasil a necessidade de combater os altos índices de jovens que não trabalham e nem estudam, haja vista que muitos indivíduos ainda são vítimas dessa mazela social, seja pela falta de estruturas públicas, seja pelo desemprego.
Em primeiro lugar, é indubitável que a questão constitucional e suas aplicações estejam entre as causas do problema. Tal fato se reflete nos escassos investimentos governamentais em qualificação profissional desses jovens, medidas que tornariam o ambiente escolar e o mercado de trabalho mais inclusivo, e devido à falta de administração e fiscalização por parte de algumas gestões isso não é firmado.
De acordo com o Portal de Notícias da Globo (G1), o desemprego chega a atingir 13,4 milhões de brasileiros no mês de março de 2019. Diante do exposto, é notório que na maioria das empresas só contratam funcionários com ao menos ensino médio completo ou que estejam fazendo algum curso superior, medidas que acabam acarretando em uma maior taxa de desemprego para aqueles que não concluíram o ensino ou que não tem condições de estudar. Sendo assim, uma mudança nos valores da sociedade é imprescindível para transpor barreiras à construção educacional dessa parcela da sociedade.
Logo, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) juntamente com o Ministério do Trabalho e emprego (MTE), por meio de verbas governamentais, deve financiar novos projetos educacionais trabalhistas e ampliar o número de vagas ofertadas ao programa Jovem Aprendiz. Nesse sentido, o fito de tal ação é oferecer novas oportunidades de empregos a todos de uma forma justa e igualitária. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado, pois, conforme Gabriel o Pensador, “Na mudança do presente a gente molda o futuro”.