A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil

Enviada em 31/10/2019

No século XVIII, com o iluminismo, a população passou a valorizar o trabalho, uma vez que a Revolução Industria já estava sendo estava sendo estabelecida. No entanto, a pesar da Revolução Técnico-Científico, no século XXI, o trabalho não está sendo mais valorizado como antes, pois os jovens nem querem trabalhar nem estudar.

Nessa perspectiva, sabe-se que isso é prejudicial para a economia, pois a janela demográfica do Brasil está envelhecendo, isto é, os custos com a previdência estão aumentando, conforme o IBGE. Isso está ocorrendo devido a baixa inclusão dos jovens no mercado de trabalho e, além disso, pelo desinteresse de se manterem nas escolas estudando, visto que os adolescentes não estão dispostos a passar por vários tipos de desconforto com o objetivo de fazer um trabalho e estudo de exelência, logo essa forma de postura acomoda cada vez mais o jovem.

Outrossim, na atualidade, o ensino técnico não está mais incluido na grade horária de todos os alunos, sendo assim, eles saem das escolas sem nenhum tipo de formação para a área de trabalho. Dessa maneira, isso prejudica a economia brasileira, pois a PIA (População Economicamente Ativa) está aumentando, devido a desvalorização do estudo e do trabalho tanto pelos pais quanto pelos adolescentes.

Portanto, observando-se a questão sob essa ótica, é possível validar a cultura nacional, caso algumas medidas sejam colocadas em práica. Nesse sentido, é dever do Ministério da Educação em conjunto com o Ministério do Trabalho criar meios para que os jovens saem da escola formados e com capacidade de trabalhar, por meio de políticas públicas, a fim de diminuir a População Economiicamente Inativa, visto que enfatizará o desenvolvimento do Brasil.