A necessidade de combater os altos índices de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil
Enviada em 20/11/2019
O sociólogo francês Émile Durkheim recupera a coercitividade dos fatos sociais, isto é, força com os padrões sociais são impostos aos indivíduos. Nesse sentido, como pessoas que sofrem de alterações pré-definidas pela sociedade, como ingressar no mercado de trabalho e se qualificar. No entanto, é necessário considerar que há falta de oportunidades e, por esse motivo, existe uma “geração nem”: jovens que não estudam, tampouco usam. Esse problema acontece, principalmente, em virtude da falta de perspectiva e de problemas relacionados à renda.
É preciso considerar, antes de tudo, que a ausência de perspectiva é um agravante dessa situação no Brasil. Nessa direção, Zygmunt Bauman, filósofo polonês, afirma que os indivíduos estão vivendo, atualmente, os tempos engraçados, que caracterizam pelo imediatismo. Desse modo, como pessoas, por não possuir uma visão a longo prazo, não apresentar uma perspectiva para o futuro, ou provocar uma falta de interesse em não estudar. Além disso, o número insuficiente de vagas de emprego piora esse quadro, uma vez que os jovens ficam, além de desempregados, sem expectativa de entrada no mercado de trabalho e, consequentemente, optam por não realizar, por exemplo, uma graduação.
Outrossim, é permitido que a condição econômica forneça ou aumente o número de pessoas que compõem uma “geração nem-nem”. Sob essa ótica, os jovens que não dispõem de uma condição econômica suficiente para se sustentar na universidade são forçados, muitas vezes, obtêm um emprego. No entanto, devido à falta de capacitação, vários desses não são permitidos, o que gera um ciclo vicioso de não estudar e, por causa disso, não funciona. Se você tiver uma questão de gênero, medida em mulheres, tente tentar inserir no mercado de trabalho, pare-se com diversos problemas, como, em muitos casos, uma preferência das empresas em usar homens
Portanto, é necessário a necessidade de medidas para diminuir, no Brasil, o número máximo de jovens que não estudam e não usam. Destarte, o governo deve promover a criação de empregos, o incentivo à criação de obras públicas, um fim de garantia para os clientes que forem alternativos para adentrar no mercado de trabalho e apresentar uma perspectiva positiva do futuro. Além disso, o governo deve investir mais em estudantes para estudantes. Para isso, ele poderia, por meio de uma análise meticulosa dos gastos públicos, disponibilizar mais verbas para órgãos de fomento à educação, como o CNPq, de modo a oferecer à população uma possibilidade de dedicar-se a estudos e se qualificar. Com isso, uma coercitividade dos fatos sociais, o envio por Émile Durkheim, seriamente atenuada, já é o que os jovens têm oportunidades tanto para estudar,.